O Dr. Maurício Murce Rocha é especialista em Uro-oncologia e em técnicas minimamente invasivas, incluindo adrenalectomia robótica, aplicada no tratamento de adenomas, tumores funcionantes, feocromocitomas, carcinomas adrenocorticais e metástases adrenais.
Seu compromisso é oferecer diagnóstico preciso, intervenção segura e preservação da função hormonal, garantindo equilíbrio metabólico e qualidade de vida.
Os tumores de adrenal são condições heterogêneas, variando desde lesões benignas silenciosas até tumores funcionantes e neoplasias agressivas que exigem tratamento imediato.
No A.C. Camargo Cancer Center, o Dr. Maurício Murce Rocha atua ao lado de endocrinologistas, radiologistas e oncologistas para garantir investigação completa, diagnóstico rápido e manejo individualizado.
Sua formação em Uro-oncologia, Laparoscopia Avançada e Cirurgia Robótica permite unir tecnologia de ponta e abordagem humana em todas as etapas do tratamento.
“Busco o que há de mais moderno para tratar o câncer com precisão, mas é o cuidado humano que dá direção ao meu trabalho. Meu compromisso é unir ciência e sensibilidade para buscar a cura sem perder de vista a preservação da qualidade de vida. A tecnologia ajuda a tratar o câncer, mas são o vínculo, a confiança e o cuidado que permitem tratar o paciente.”
Dr. Maurício Murce Rocha


Com o aumento do uso de tomografia e ressonância, cerca de 3 a 5% dos exames revelam incidentalmente um tumor de adrenal, os chamados incidentalomas.
A maior parte corresponde a adenomas benignos, mas todos requerem avaliação especializada para:
Por isso, nenhum tumor adrenal deve ser ignorado.
Embora muitos tumores de adrenal sejam benignos, alguns deles, como feocromocitoma e carcinoma adrenocortical, são raros, complexos e potencialmente graves.
Essas condições exigem:
O tratamento com um urologista especialista em Uro-oncologia em um centro oncológico especializado garante:
A combinação entre expertise médica e infraestrutura de alta complexidade tem impacto direto nos resultados e no prognóstico.
A conduta é definida de forma individualizada, considerando: função hormonal, tamanho do tumor, risco de malignidade, idade e comorbidades, sintomas clínicos.
A adrenalectomia robótica é considerada a técnica mais moderna e eficiente para tumores adrenal. Com movimentos finos e visão ampliada em alta definição, a robótica proporciona:
O Dr. Maurício Murce Rocha possui ampla experiência em adrenalectomia robótica, atuando há mais de 10 anos no A.C. Camargo Cancer Center e contribuindo para a formação de novos cirurgiões em técnicas minimamente invasivas.
Tumores de adrenal são alterações que surgem nas glândulas adrenais, localizadas acima dos rins. A maioria é benigna e descoberta incidentalmente em exames de imagem.
Não. A maior parte dos tumores de adrenal é benigna, como os adenomas adrenais. O câncer de adrenal é raro, mas, por se tratar de um tumor bastante agressivo, deve sempre ser descartado.
Incidentaloma adrenal é um tumor da adrenal descoberto por acaso em exames feitos por outros motivos. Apesar de geralmente benigno, ele precisa de avaliação especializada.
Sim. Alguns tumores produzem hormônios em excesso, como cortisol, aldosterona ou catecolaminas, podendo causar sintomas e exigir tratamento cirúrgico.
Na maioria das vezes, não. Muitos tumores de adrenal não causam sintomas e são descobertos por acaso em exames de imagem. No entanto, alguns tumores podem produzir hormônios em excesso e provocar sintomas como pressão alta, ganho de peso, fraqueza, palpitações ou sudorese, exigindo avaliação especializada.
O feocromocitoma é um tumor da adrenal que produz catecolaminas, podendo causar crises súbitas de pressão alta, palpitações e sudorese. É uma condição rara, mas potencialmente grave.
Nem sempre. Adenomas não produtores de hormônios e sem sinais de malignidade geralmente são acompanhados. A cirurgia é indicada quando há produção hormonal ou suspeita de câncer.
A avaliação envolve exames de imagem, testes hormonais e análise do crescimento ao longo do tempo. Em alguns casos, apenas a cirurgia permite o diagnóstico definitivo.
Sim. A adrenal pode ser local de metástases de outros cânceres, como pulmão, rim ou melanoma, especialmente em pacientes com histórico oncológico.
Alguns tipos são raros, como o feocromocitoma e o carcinoma adrenocortical. Por isso, o tratamento deve ser feito por especialista e, de preferência, em centro oncológico.
Sim. A adrenalectomia robótica é uma opção moderna que permite maior precisão cirúrgica, menor dor e recuperação mais rápida quando indicada.
Sim. O seguimento a longo prazo é fundamental, mesmo em tumores benignos, para monitorar crescimento, função hormonal e risco de recorrência.