
A litíase urinária é uma das condições mais dolorosas da urologia e pode afetar rins, ureteres e bexiga. As crises costumam surgir de forma súbita, com dor intensa, impactando de maneira significativa a rotina, o trabalho e a qualidade de vida do paciente.
O Dr. Maurício Murce Rocha atua no tratamento cirúrgico e clínico da litíase urinária, com foco não apenas na resolução da crise aguda, mas também na prevenção da formação de novos cálculos, sempre por meio de avaliação adequada e acompanhamento contínuo.
Quando a dor surge, o paciente precisa de alívio rápido e tratamento eficaz.


A litíase urinária ocorre quando há formação de cristais nos rins ou no trato urinário, que podem crescer e se tornar cálculos. Esses cálculos podem:
A simples retirada do cálculo não encerra o problema, já que a litíase apresenta alta taxa de recorrência quando não investigada adequadamente.
A indicação de cirurgia e a escolha do tipo de procedimento cirúrgico dependerão de fatores como:
Quando indicado, o tratamento cirúrgico permite resolução rápida e segura do quadro.
Procedimento endoscópico realizado pelas vias naturais, permitindo fragmentar e remover cálculos do ureter e dos rins com alta taxa de sucesso.
Litotripsia extracorpórea por ondas de choque (LECO)
Método não invasivo que utiliza ondas de choque para fragmentar cálculos selecionados, permitindo sua eliminação espontânea.
Nefrolitotripsia percutânea
Indicada para cálculos renais maiores ou complexos, permitindo acesso direto ao rim para remoção eficaz dos fragmentos.
A escolha da técnica depende da anatomia, do tipo de cálculo e das condições do paciente.
A litíase urinária é uma doença com alto risco de recorrência. Muitos pacientes apresentam novos episódios se não houver investigação adequada após o tratamento inicial.
O acompanhamento inclui:
Evitar um novo cálculo é tão importante quanto tratar o atual.
Algumas medidas reduzem significativamente o risco de novos cálculos:
Importante: Não existem soluções milagrosas. Prevenção exige orientação correta e constância.
Cálculos renais se formam quando há concentração excessiva de minerais na urina, associada a baixa ingestão hídrica, fatores metabólicos e hábitos alimentares inadequados.
Não. Alguns cálculos permanecem assintomáticos por longos períodos. A dor surge geralmente quando o cálculo causa obstrução do fluxo urinário.
Não. Cálculos pequenos podem ser eliminados espontaneamente. A cirurgia é indicada quando há dor persistente, infecção, obstrução ou falha do tratamento clínico.
Depende do tamanho, localização e tipo do cálculo. As opções incluem tratamento clínico, litotripsia, ureteroscopia ou cirurgia percutânea.
Sim. A litíase urinária apresenta alta taxa de recorrência se não houver investigação metabólica e acompanhamento adequado.
Sim. A hidratação adequada é uma das medidas mais eficazes para prevenir novos cálculos, pois dilui a urina e reduz a cristalização.
Sim, mas ela deve ser individualizada conforme o tipo de cálculo. Por isso, a avaliação médica é fundamental.
O tratamento da litíase deve ser conduzido com seriedade, técnica e visão global do paciente, sempre respeitando os limites e a individualidade de cada caso.
Buscar ajuda especializada permite aliviar a dor, tratar corretamente e evitar novas crises.