O Dr. Maurício Murce Rocha é especialista em Uro-oncologia e em técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, incluindo orquiectomia radical, linfadenectomia retroperitoneal robótica e terapias sistêmicas modernas. Seu compromisso é oferecer tratamento eficaz, preservando funções importantes, fertilidade e bem-estar físico e emocional do paciente.
O câncer de testículo afeta principalmente homens jovens, geralmente entre 15 e 40 anos, e tem altas taxas de cura, especialmente quando diagnosticado precocemente. Por isso, informação, cuidado preventivo e acompanhamento especializado são fundamentais.
O Dr. Maurício Murce Rocha une tecnologia avançada, experiência cirúrgica e abordagem humana para oferecer o melhor tratamento a cada paciente. Com formação em Uro-oncologia, Laparoscopia Avançada e Cirurgia Robótica pelo A.C. Camargo Cancer Center, onde atua há mais de uma década e dedica-se ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes com tumores testiculares.
Participa ativamente também da formação de novos cirurgiões e de pesquisas em oncologia urológica.
“Busco o que há de mais moderno para tratar o câncer com precisão, mas é o cuidado humano que dá direção ao meu trabalho. Meu compromisso é unir ciência e sensibilidade para buscar a cura sem perder de vista a preservação da qualidade de vida. A tecnologia ajuda a tratar o câncer, mas são o vínculo, a confiança e o cuidado que permitem tratar o paciente.”
Dr. Maurício Murce Rocha


O câncer de testículo é o câncer sólido mais comum em homens jovens. A maioria dos casos é altamente curável, especialmente quando diagnosticada cedo.
Um dos maiores desafios na prática clínica é que muitos jovens têm vergonha de relatar sintomas, o que retarda o diagnóstico. Conversas abertas em casa e nas consultas médicas ajudam a evitar diagnósticos tardios.
Por isso, é fundamental que pré-adolescentes, adolescentes e adultos jovens aprendam a conhecer o próprio corpo e relatem sem vergonha qualquer alteração a pais, responsáveis ou médicos.
O diagnóstico precoce reduz drasticamente o risco de doença avançada e aumenta as chances de cura.
O diagnóstico é realizado por:
As opções são selecionadas individualmente, levando em conta: tipo histológico, estágio clínico, presença de metástases, desejo reprodutivo, condições clínicas do paciente
As principais modalidades incluem:
Antes do tratamento (orquiectomia, quimioterapia ou radioterapia), é fundamental discutir:
Disponível para pacientes que desejam manter o aspecto natural da bolsa escrotal após orquiectomia.
Importante para autoestima e imagem corporal, especialmente em adolescentes e adultos jovens.
A linfadenectomia retroperitoneal robótica (RPLND) é uma técnica moderna que permite tratar linfonodos retroperitoneais com mínima invasão.
Vantagens incluem:
O Dr. Maurício Murce Rocha possui experiência consolidada nessa técnica, integrando a prática cirúrgica moderna com cuidado individualizado aos pacientes.
O câncer de testículo é um tumor maligno que se desenvolve nos testículos, sendo mais comum em homens jovens, entre 15 e 40 anos.
Pode ser grave, mas na maioria dos casos tem altíssimas taxas de cura, especialmente quando diagnosticado precocemente e tratado adequadamente.
Sim. O câncer de testículo é um dos tumores com maior chance de cura na medicina, mesmo em casos mais avançados, quando tratado corretamente.
O sinal mais comum é o aparecimento de um nódulo ou endurecimento indolor no testículo. Alterações no tamanho ou na consistência também merecem investigação.
Não. Um caroço no testículo pode ter várias causas benignas, como cistos, inflamações ou varicocele. No entanto, todo nódulo testicular deve ser avaliado por um urologista para descartar câncer de testículo, especialmente quando é indolor e persistente.
Não. A dor testicular pode ter várias causas benignas, como inflamações ou infecções. No entanto, qualquer alteração persistente deve ser avaliada por um urologista.
O diagnóstico é feito por exame clínico, ultrassonografia do escroto e exames de sangue com marcadores tumorais. A confirmação ocorre após a retirada cirúrgica do testículo afetado.
Sim. A orquiectomia radical é o tratamento inicial padrão e também faz parte do diagnóstico da doença.
Na maioria dos casos, não. Um único testículo saudável é suficiente para manter produção hormonal e função sexual normais.
Sim, especialmente quando há necessidade de quimioterapia. Por isso, a preservação de fertilidade deve ser discutida antes do início do tratamento.
Sim. A prótese testicular pode ser colocada para manter o aspecto natural da bolsa escrotal, se for desejo do paciente.
Sim. O acompanhamento a longo prazo é fundamental para monitorar recidivas, efeitos do tratamento e manter a saúde geral.