O Dr. Maurício Murce Rocha é especialista em Uro-oncologia e em técnicas minimamente invasivas, como cirurgia robótica e terapia focal, abordagens modernas que priorizam não apenas a cura, mas também a qualidade de vida, bem-estar e preservação funcional.
Conciliando tecnologias modernas com uma abordagem humana e centrada nas necessidades de cada paciente, o Dr. Maurício Murce Rocha é especialista no tratamento do câncer de próstata. São mais de 10 anos dedicados à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento dessa doença, sempre pautado pelas melhores evidências e pelo compromisso com a preservação da qualidade de vida.
Com especialização em Uro-oncologia, Laparoscopia Avançada e Cirurgia Robótica pelo A.C. Camargo Cancer Center, atua há mais de uma década nessa instituição, reconhecida internacionalmente como um dos principais centros de referência em câncer na América Latina e no mundo.
Além do cuidado direto aos pacientes, participa ativamente da formação de novos cirurgiões e do desenvolvimento de pesquisas em oncologia urológica, contribuindo para o avanço contínuo da especialidade e consolidando sua expertise na área.
“Busco o que há de mais moderno para tratar o câncer com precisão, mas é o cuidado humano que dá direção ao meu trabalho. Meu compromisso é unir ciência e sensibilidade para buscar a cura sem perder de vista a preservação da qualidade de vida. A tecnologia ajuda a tratar o câncer, mas são o vínculo, a confiança e o cuidado que permitem tratar o paciente.”
Dr. Maurício Murce Rocha


O câncer de próstata é uma doença bastante comum entre os homens, especialmente após os 50 anos de idade e representa uma das principais causas de mortalidade masculina no mundo. No Brasil, mais de 70.000 homens são diagnosticados todos os anos, reforçando a grande relevância dessa doença para a saúde pública.
Entenda os fatores que podem aumentar o risco de câncer de próstata:
O tumor pode apresentar desde um comportamento pouco agressivo com desenvolvimento lento até formas mais agressivas, capazes de se disseminar rapidamente. Por isso a avaliação com um urologista especialista em uro-oncologia é crucial para definir a melhor estratégia de investigação e tratamento.
Apesar de parecer assustador, a boa notícia é que, na maioria das vezes, o câncer de próstata apresenta alto potencial de cura, especialmente quando diagnosticado precocemente.
O diagnóstico do câncer de próstata é baseado na combinação de exames clínicos, laboratoriais e de imagem, permitindo identificar precocemente os tumores e classificar o risco individual de cada caso. Veja as principais ferramentas utilizadas:
A opção de tratamento é individualizada para cada paciente e dependerá de fatores próprios do doente como expectativa de vida e comorbidades; características da doença (agressividade e extensão tumoral), além de preferências pessoais, sempre após explicação cuidadosa das vantagens e riscos de cada abordagem.
A prostatectomia radical robótica é considerada o padrão ouro para o tratamento cirúrgico do câncer de próstata em casos localizados e localmente avançados. Utilizando a plataforma robótica Da Vinci, essa técnica permite ao cirurgião operar com visão ampliada em 3D, movimentos altamente precisos e mínimo trauma aos tecidos.
Além de promover taxas elevadas de controle oncológico, a cirurgia robótica oferece benefícios importantes para o paciente, como:
Dr. Maurício Murce Rocha é especialista em Uro-oncologia e possui ampla experiência na realização da prostatectomia radical robótica, com atuação consolidada no AC Camargo Cancer Center e na formação de novos cirurgiões na área.
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A terapia focal é uma abordagem minimamente invasiva que trata apenas a área do tumor, preservando grande parte da próstata e reduzindo o impacto na continência urinária e na função sexual. É indicada para casos selecionados de câncer localizado (baixo risco e risco intermediário), sempre após avaliação detalhada com ressonância multiparamétrica e biópsia por fusão.
As principais tecnologias utilizadas incluem:
Utiliza ondas de ultrassom de alta intensidade concentradas em pontos específicos da próstata, provocando destruição térmica do tecido tumoral, com boa preservação funcional e rápida recuperação.
Congela o tecido tumoral de forma controlada, sendo uma opção eficaz para lesões focais e recidivas pós-radioterapia.
Técnica não térmica que preserva melhor as estruturas ao redor, especialmente útil em áreas próximas aos feixes neurovasculares.
A escolha da terapia focal depende de critérios rigorosos e sempre deve ser realizada por um especialista, dentro de um centro com experiência no manejo do câncer de próstata.
O câncer de próstata é um tumor maligno que se desenvolve na próstata e é um dos mais comuns em homens, especialmente após os 50 anos.
Não. Nas fases iniciais, o câncer de próstata costuma ser assintomático, o que reforça a importância do rastreamento quando indicado.
Não necessariamente. O PSA pode se elevar por outras condições, como HPB ou inflamações. Ele deve ser interpretado em conjunto com outros exames.
O câncer de próstata pode variar de formas pouco agressivas a tumores mais graves. A maioria dos casos, quando diagnosticada cedo, tem bom prognóstico.
Não. Muitos casos de baixo risco podem ser acompanhados com vigilância ativa, evitando tratamentos desnecessários.
As opções incluem vigilância ativa, cirurgia (prostatectomia radical), radioterapia, terapia focal e tratamentos sistêmicos, dependendo do estágio e do perfil do paciente.
Não. A indicação depende das características do tumor, da idade, da expectativa de vida e das preferências do paciente.
Sim. Quando diagnosticado precocemente, o câncer de próstata apresenta altas taxas de cura.
Sim. O seguimento regular é essencial para monitorar controle da doença e preservar qualidade de vida.