Tratamento Moderno do Câncer de Bexiga com Foco em Cura, Preservação Funcional e Qualidade de Vida

O Dr. Maurício Murce Rocha é especialista em Uro-oncologia e em técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, incluindo ressecção transuretral (RTU) e cistectomia radical robótica, além das modernas opções de preservação vesical e terapias intravesicais. Seu objetivo é oferecer cuidado de alta precisão, segurança e preservação funcional, sempre associado a um acompanhamento humano e individualizado.

Especialista em Uro-oncologia

Mais de 10 anos dedicados ao cuidado do paciente com tumores urológicos.

Conciliando tecnologias modernas com uma abordagem centrada nas necessidades de cada paciente, o Dr. Maurício Murce Rocha é especialista no tratamento do câncer de bexiga, atuando em todas as etapas, da investigação inicial ao tratamento definitivo e seguimento.

Com formação em Uro-oncologia e Cirurgia Robótica pelo A.C. Camargo Cancer Center, atua há mais de uma década nessa instituição, reconhecida internacionalmente como referência no tratamento do câncer.

Participa também da formação de novos cirurgiões e da condução de pesquisas em câncer urológico, consolidando sua expertise no tratamento do câncer de bexiga.

“Busco o que há de mais moderno para tratar o câncer com precisão, mas é o cuidado humano que dá direção ao meu trabalho. Meu compromisso é unir ciência e sensibilidade para buscar a cura sem perder de vista a preservação da qualidade de vida. A tecnologia ajuda a tratar o câncer, mas são o vínculo, a confiança e o cuidado que permitem tratar o paciente.”

Dr. Maurício Murce Rocha

Dr. Mauricio Murce - Urologia
Câncer de Bexiga - Dr. Mauricio Murce - Urologia

O que é o Câncer de Bexiga?

O câncer de bexiga é um dos tumores urológicos mais comuns e está frequentemente associado ao tabagismo e a exposições ambientais. No Brasil, milhares de casos são diagnosticados anualmente, reforçando a importância do diagnóstico precoce.

A doença se divide em dois grandes grupos, que determinam tratamentos e prognósticos diferentes:

  1. Tumores Não Músculo-Invasivos (NMIBC)
    Acometem apenas a camada interna da bexiga.
    São a maioria dos casos e têm maior chance de cura com tratamento endoscópico e terapias intravesicais.
  1. Tumores Músculo-Invasivos (MIBC)
    Atingem a camada muscular da bexiga. Exigem tratamentos mais agressivos, frequentemente com cistectomia radical, reconstruções urinárias ou, em casos selecionados, terapias combinadas para preservação vesical.

Fatores de risco para o Câncer de Bexiga

  • Tabagismo (principal fator de risco): Responsável por até 50–65% dos casos.
  • Exposição ocupacional: Tinturas, derivados de petróleo, borracha, metais pesados.
  • Inflamação crônica da bexiga: Infecções recorrentes, cateterização prolongada.
  • Histórico familiar e genética: Aumentam o risco em casos específicos.
  • Idade e sexo: Mais comum em homens acima dos 55 anos.

Como é feito o diagnóstico do Câncer de Bexiga?

O diagnóstico é baseado na combinação de:

  • Cistoscopia: Exame fundamental: permite visualizar o tumor e realizar biópsias.
  • Citologia urinária: Avalia presença de células tumorais no sedimento urinário.
  • Ultrassom, Tomografia e Ressonância: Auxiliam na avaliação da extensão tumoral.
  • RTU (Ressecção Transuretral de Tumor Vesical): Procedimento diagnóstico e terapêutico fundamental para determinar: tipo do tumor, grau tumoral e profundidade da invasão.

A partir da RTU, definem-se as estratégias ótimas de tratamento.

Tratamento do Câncer de Bexiga

A escolha depende da classificação em não músculo-invasivo ou músculo-invasivo, além de idade, comorbidades, características do tumor e preferências do paciente.

  • RTU (Ressecção Transuretral de Tumor Vesical)
    É o primeiro tratamento na maioria dos casos. Permite retirar o tumor visível e avaliar sua profundidade e grau.
  • Terapias Intravesicais (Onco BCG e outras)
    Indicadas principalmente para tumores não músculo-invasivos de risco intermediário e alto. A imunoterapia intravesical com BCG reduz recidiva e progressão tumoral.
  • Cistectomia Radical Robótica
    Principal tratamento para tumores músculo-invasivos e casos refratários a BCG.
    Envolve a retirada da bexiga e linfonodos, com reconstrução urinária.
  • Terapia Trimodal (Preservação Vesical)
    Combina RTU ampla + rádio + quimio. Em casos bem selecionados, pode ser opção para pacientes que desejam evitar ou têm contraindicações à cistectomia.
    Imunoterapia Sistêmica (Pembrolizumab)
    Indicada para tumores não músculo-invasivos refratários a BCG intra-vesical. Tratamento aprovado com resultados relevantes.
  • Terapias Sistêmicas para Doença Avançada
    Incluem: imunoterapia, quimioterapia, terapias alvo, combinações modernas.

Cistectomia Radical Robótica

Precisão, visão ampliada e recuperação mais rápida no tratamento do câncer de bexiga.

A cistectomia radical robótica representa uma das técnicas mais modernas e eficazes para o tratamento do câncer de bexiga músculo-invasivo e de casos não músculo-invasivos refratário a onco-BCG. Com visão 3D ampliada e movimentos precisos, a cirurgia robótica oferece:

  • menor sangramento
  • menor dor pós-operatória
  • recuperação mais rápida
  • linfadenectomia mais detalhada
  • menor taxa de complicações

Reconstruções urinárias robóticas (Bricker e Neobexiga)

  • Bricker: técnica confiável, segura e amplamente utilizada.
  • Neobexiga Ileal: opção que permite micção pela uretra ideal para pacientes selecionados, com impacto positivo na qualidade de vida.

Dr. Maurício Murce Rocha possui experiência consolidada em cistectomia radical robótica e reconstruções urinárias, atuando há mais de 10 anos no A.C. Camargo Cancer Center e participando da formação de novos cirurgiões em técnicas minimamente invasivas.

Saiba mais sobre Cirurgia Robótica.

Perguntas Frequentes sobre Câncer de Bexiga

O câncer de bexiga é um tumor maligno que se desenvolve no revestimento interno da bexiga. O tipo mais comum é o carcinoma urotelial.

Depende do estágio. Tumores superficiais costumam ter bom prognóstico, enquanto tumores que invadem a musculatura da bexiga exigem tratamento mais complexo.

O sintoma mais comum é sangue na urina, geralmente indolor. Qualquer episódio de sangue na urina deve ser investigado por um urologista.

Não. O sangue na urina pode ter várias causas, como infecção urinária, cálculos, inflamações ou outras doenças benignas. No entanto, é um sinal de alerta que sempre deve ser investigado para descartar câncer de bexiga.

Sim. Quando diagnosticado precocemente e tratado adequadamente, muitos casos de câncer de bexiga têm altas chances de controle e cura.

O câncer de bexiga superficial não invade a musculatura da bexiga. Já o câncer músculo-invasivo atinge camadas mais profundas e requer tratamento mais agressivo.

Não. Tumores não músculo-invasivos geralmente são tratados com ressecção endoscópica e terapias intravesicais. A retirada da bexiga é indicada principalmente em casos músculo-invasivos.

A RTU (ressecção transuretral do tumor vesical) é um procedimento endoscópico realizado pela uretra para diagnóstico e tratamento inicial do câncer de bexiga.

O BCG intravesical é um tratamento aplicado diretamente na bexiga para reduzir o risco de recidiva e progressão do câncer de bexiga superficial de alto risco.

Sim. O câncer de bexiga apresenta alta taxa de recidiva, o que torna o acompanhamento regular essencial após o tratamento.

Sim. O seguimento com exames periódicos é fundamental para detectar recidivas precocemente e garantir melhores resultados a longo prazo.

Por que se tratar com o Dr. Maurício Murce Rocha?

  • Especialista em câncer urológico
  • Mais de 10 anos como médico titular no A.C. Camargo
  • Experiência em cistectomia radical robótica e reconstruções
  • Forte atuação em preservação funcional
  • Planejamento diagnóstico e terapêutico multidisciplinar
  • Atualização constante e prática baseada em evidências
  • Abordagem humana e personalizada

Sua saúde merece cuidado especializado

Se você está investigando ou já recebeu diagnóstico de câncer de bexiga, receber orientação clara e tratamento moderno faz toda a diferença.

_